domingo, 28 de dezembro de 2008
gole
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
bem vindo à semana infernal
Final de ano é assim, se não bastasse a formatura da educação infantil que teve semana passada, nessa semana teve a minha formatura, e tive q correr atrás de muita coisa! Fazer vídeo da classe, fazer DEZ vídeos pro Ricardo (que não tinham nada a ver com a formatura mas tinha que fazer), vestibular e por ai vai...
Na segunda dormi até as 11 da manhã , até ai beleza, depois começou a maratona... o dia inteiro fazendo vídeos para o Ricardo, de tudo que eu filmei no ano inteiro... resultado: varei a noite... terça feira fui direto pra escola, morto de sono, teve reunião de formatura , voltei pra casa meio dia, almocei e dormi 2 horas... depois tive que acordar para mais uma maratona divertidíssima de fazer vídeos, só que dessa vez era o da formatura.Me tomou um bom tempo, e só parei as 8 da noite pra ficar com minha mãe, pois era seu aniversário o//! E então depois do aniversário fui dormir e sonhar com os anjos... NÓÓÓT! Voltei pra mierda do computador para continuar o vídeo... enfim, as 4 da manhã 50% do trabalho estava pronto =)!
Fui dormir satisfeito pensando que pelo menos poderia dormir até o meio dia e conseguiria descansar bastante até... OU SERÁ QUE NÃO?? A verdade é que tinha que acordar as 8 da manhã para ir lá na escola de novo filmar uns professores e acertar umas coisas com o Breno... ÓTIMO! Ah, mas daí pelo menos a tarde eu poderia dormir umas 3 horas... HOHOHO, errado de novo, tive que pegar um busão até Campinas e me divertir com 4 horas de prova da UFSCAR! Só alegria... volto pra casa as 7 , e durmo até que enfim... É não foi isso que aconteceu, eu não cheguei em casa e fui dormir... eu cheguei em casa e fui fazer vídeo!!! Bem melhor!!! Consegui finalizar ele as 4 da manhã, satisfeito com o resultado. Fui dormir... mas na quinta tinha que acordar as 7 pra ir na escola fazer recuperação e resolver mais uns problemas com o Breno, vou então direto pra Campinas de novo (não comentei que a prova da UFSCAR é três dias?!) ... Mais quatro horas de prova, tava tão cansado que dormi lá! E a fiscal teve que me acordar... teennsooo...
Cheguei em casa as 6, daí é correria pra arrumar tudo e estar as 7 no teatro, então teve a Formatura que foi um dos pontos altos dessa semana e livrou uma parte do peso em minhas costas...
Depois disso, minha única preocupação era a prova de sexta, mas tudo bem, quinta depois da formatura fomos ao eterno cidão onde enchi a cara e me esqueci do mundo , iuhuuu!
Chego em casa as 4 da manhã , cortesia da Sue Ellen que me deu uma caroninha. Durmo muito bem até as 1, e dessa vez é verdade! Vou para a prova, termino, volto para casa e passo a noite com parentes...
Agora a melhor parte, sem ironia... Minha família viaja no final de semana e tem churrasco em casa mais uma vez. Há! Mas esse foi o melhor de todos. Pobre da minha casa, não foi feita pra comportar tanta gente. Mais tarde então, no mesmo dia, vamos ao super (ironia) baile do Hawaii. Ficamos umas 2, 3 horas lá e voltamos para casa, eu , Dick e Cajão... Então outro ponto alto da semana, relembrar os velhos tempos com os amigos, fazendo uma janta porcamente boa (porca porque sujou minha cozinha inteira, boa porque tava boa mesmo). Arrumamos um pouco da casa e enquanto o sol nascia fomos dormir...
Acordamos no outro dia as 11 , eles foram embora e eu terminei de ajeitar o resto da casa.
O resto do domingo foi pasmar e digerir tudo que aconteceu na semana, que acreditem... Foi MUITA COISA mesmo.
E hoje começa tudo de novo.
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
amigos , bares e poemas
E aqui estou eu mais uma vez....
acabei de voltar da rua, de um barzinho que nunca tinha ido, perto da faculdade... bem legal lá, não é um cidão, mas a cerveja estava bem gelada...
Fui ouvir mais uma vez meu amigo Maicon tocar seu talento... e fico feliz de poder dizer que cada vez ele esta melhor! E por isso eu digo, guardem este nome, Maicon Braga na guitarra... acredito que um dia será um grande nome... é muito bom ver que conforme o tempo passa os amigos a nossa volta vão evoluindo e deixando você orgulhoso, quisera eu poder dizer isso de todos e quisera eu estivesse evoluindo... Enfim, creio que hoje foi uma boa noite para eu descontrair dessa semana excessivamente cansativa... esse final de ano me lembra o do ano passado, em que eu corria de um lado para o outro e quase não dormia. É... as formaturas estão ai e tenho muito trabalho pela frente... boa sorte para mim.
Amanhã é o sarau da escola, queria recitar um poema lá, mas não tive tempo de decorar...
Meu novo quarto
Virado para o nascente:
Meu quarto, de novo a cavaleiro da entrada da barra.
Depois de dez anos de pátio
Volto a tomar conhecimento da aurora.
Volto a banhar meus olhos no mênstruo incruento das madrugadas.
Todas as manhãs o aeroporto em frente me dá lições de partir:
Hei de aprender com ele
A partir de uma vez
- Sem medo,
Sem remorso,
Sem saudade.
Não pensem que estou aguardando a lua cheia
- Esse sol da demência
Vaga e noctâmbula.
O que eu mais quero,
O de que preciso
É de lua nova
Lua Nova – Manuel Bandeira
Até...
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
Blindness. de Fernando Meirelles

Nesta ultima quinta feira, aproveitando a ótima promoção que estava tendo no kinoplex, peguei um ônibus e fui ao cinema para assistir mais uma vez “Blindness”, novo filme de Fernando Meirelles. Como as imagens ainda continuam frescas em minha mente, resolvi fazer uma resenha sobre este maravilhoso filme.
Começo com uma confissão: sou fã de Meirelles e pago um pau desgraçado pra ele mesmo... então, posso ser considerado suspeito ao dizer tão bem deste filme... mas tentei ser critico e não fã... juro...

Acontece que o filme é arrebatador mesmo. Filosófico, emocionante, um filme que abre espaço para várias interpretações. Baseado no romance de José Saramago (um gênio da literatura... se nunca leu nada dele, leia!) a história fala sobre uma inexplicável epidemia que assola a humanidade, deixando todos cegos. Focando seu texto em personagens distintos, vemos o novo mundo pelos olhos da “mulher do médico” (nenhum personagem tem nome), esta é imune a cegueira, o que a enche com uma responsabilidade sem igual, contrariando o antigo ditado de que em terra de cegos quem tem olhos é rei (ou alguma coisa assim). Toda essa trama é uma grande metáfora para que possamos refletir sobre nossa visão do mundo, e das pessoas com quem convivemos, mostrando que talvez apenas como cegos podemos realmente enxergar a verdadeira pessoa, “aquilo que não tem nome, aquilo que somos”... como diz o sábio “velho da venda preta”.
Em aspectos técnicos, o filme esta impecável, com uma equipe criativa praticamente inteira brasileira. O Roteiro consegue transmitir a essência do livro para as telas, amenizando certas passagens, mas não sem um motivo. A montagem do sempre competente Daniel Rezende é ágil, mas respeita os grandes momentos do filme. A fotografia, um dos pontos altos da fita é maravilhosa e inovadora.

Usando uma paleta de cores branca o diretor de fotografia César Charlone nos passa a visão do cego de Saramago, que a descreve como “estar mergulhado em um mar de leite”. Pra finalizar, a excepcional direção de Fernando Meirelles que para mim, além de ser o melhor diretor brasileiro, desponta como um dos melhores do cinema atual. Registrando sempre os momentos talentosamente, mesclando racionalidade com instinto, cenas cruas com as dramáticas, sempre na hora certa. O elenco também não fica para trás... Inspirados, os atores têm que se superar para conquistar o público, a dificuldade deste para se afeiçoar por personagens sem nome e sem passado é grande, mas creio que eles cumpriram o objetivo. O único que não fui muito com a cara foi o “velho da venda preta”, interpretado por Danny Glover, achei que ele passou um tanto apagado no filme e suas cenas não foram tão inspiradoras quanto as do livro (onde ele carrega as melhores falas). Por último, a trilha sonora... Eu gostei, mas tem uma musica que não me agradou, não achei que combinou com a cena, ou até com o filme, mas tem faixas geniais também, como a que toca no encontro do “primeiro cego” com sua mulher.
Concluindo, recomendo a todos esse filme. Tem cenas fortes ... sim, tem... mas nada gratuito. Uma história maravilhosa desenvolvida com maestria. É claro que muitos que viram não gostaram, mas bom... essa é minha opinião. E para quem assistiu que deixe também a sua.
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
sobre filmar e dor nas costas
Hoje comecei a trabalhar nos vídeos de formatura da educação infantil do integrado.
Está ficando bem interessante, acredito que o deste ano ficará melhor que o do ano passado... pelo menos isso é o que espero.
É uma experiência boa ter a responsabilidade de produzir um vídeo que talvez ficará para sempre nas famílias de quem o comprar, sei que meu equipamento é um tanto precário, mas tento compensar em outros aspectos para que quando, daqui a 20 anos, essas pessoas não assistam e fiquem com raiva de mim.
A formatura será semana que vem, sexta-feira, e se for que nem a do ano passado devo passar o resto do fim de semana com dor nas costas.
Mas tudo bem... acredito que valerá a pena.
e acho que não vou mais me esquecer do que um molequinho disse hoje, enquanto eu o filmava: "porque que você comprou essa câmera?"
"ah, porque eu uso ela pra trabalhar"
"e porque você trabalha com uma câmera?"
huahauah nem eu sei... e olha que o moleque devia ter só uns 5, 6 anos!
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
um último trashwork

Nesta semana, após noites em claro editando, terminei meu último filme para a escola. O vídeo, que conta a história de Napoleão, foi feito em um mês e meio mais ou menos. Cajão e Peteu como sempre estavam no elenco que contava também com Kastor e Dick. Marco e Du também fizeram uma ponta.
Apesar de ser tudo uma grande piada para a maioria, esse filme foi muito importante para mim, representando talvez o fim de uma fase em minha vida.
Queria agradecer a todos que já me ajudaram a criar, desenvolver, e finalizar um filme, desde os primórdios em que eu filmava com minha câmera analógica, até hoje em dia, já nos efeitos especiais.
Entre eles: Nicolas, Vinão, Marco e Du que participaram do meu primeiríssimo filme: “O Fogo”, e de outro feito no mesmo ano: “Os Negros na América”.
Ao Cajão e ao Peteu, que entraram nessa furada no filme “Os Anos 90”, que foi meu primeiro filme feito com edição. 



